terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Computador esposo da Computadora

Computador esposo da Computadora!
Conversando com um amigo boliviano muito inteligente, levantei aseguinte questão:- Por que 'computador' em espanhol é feminino, ou seja, vira 'computadora'? Ao que ele me respondeu categoricamente: - É porque está comprovado que os computadores são do sexo feminino mesmo, sem qualquer sombra de dúvidas. Aí eu pedi: - Cite uma razão. Ele me deu várias...
Eis aqui algumas razões que atestam, cientificamente, que os Computadores são fêmeas:
1) Assim que se compra uma, aparece outra mais nova e mais bonita.
2) Ninguém, além do criador, é capaz de entender a sua lógica interna.
3) Mesmo os menores errinhos que você comete e dá um “Del” eles são guardados na memória para futura referência.
4) A linguagem nativa usada na comunicação entre computadoras é incompreensível para qualquer outra espécie.
5) A computatora para funcionar direito, temos de tocar levemente com as pontas dos dedos no “teclado digital”.
6) Assim que você opta por uma computadora, qualquer que seja, logo você estará gastando tudo que ganha com acessórios para ela.
7) Os homens não vivem sem elas, principalmente as “leptocs”.
8) Elas demoram para esquentar e ligar, mas basta tirar a “tomada” que elas logo apagam.
9) A computadora não faz absolutamente nada sozinha, a não ser que você dê o comando.
10) A computadora sempre trava na melhor hora.
Será que alguém ainda tem alguma dúvida que o computador é de sexo Feminino?

Eu, Pênis, solicito aumento de salário pelas seguintes razões:

* Faço esforço físico no cumprimento de minhas funções;
* Trabalho em grandes profundidades;
* Mergulho de cabeça em tudo que faço;
* Não descanso nos fins de semana ou feriados nacionais;
* Trabalho em ambiente extremamente úmido;
* Não recebo horas extras;
* Trabalho em ambiente sem iluminação e sem ventilação adequada;
* Trabalho sob altas temperaturas, sem climatização;
* Meu trabalho me expõe as doenças contagiosas e peço aumento porque estou "duro".

RESPOSTA DA DIRETORIA (Feminina)
Sr. Pênis, após a revisão do seu pedido e considerando seus argumentos, a diretoria rejeitou seu pedido baseando-se nos seguintes fatos:
* Você não trabalha 8 horas ininterruptamente;
* Você dorme durante o expediente após curtos períodos de trabalho em visível demonstração de ‘corpo mole’;
* Não tem iniciativa. Precisa ser estimulado e pressionado para começar a trabalhar;
* Você deixa seu ambiente de trabalho bagunçado ao final do turno;
* Nem sempre você observa as normas de segurança de trabalho e abre mão de seu EPI – Equipamento de Proteção Individual. Ou seja, não veste a correta roupa protetora;
* Você se aposentará muito antes dos 65 anos;
* Você é incapaz de trabalhar dois turnos dobrados;
* Às vezes você abandona sua posição de trabalho antes de completar a tarefa;
* Ou passa mal e vomita ou simplesmente desmaia…
* E se tudo isso não bastasse, temos observado que você entra e sai do
seu local de trabalho carregando um saco de aparência suspeita.

Sem mais, atenciosamente
DIRETORIA FEMININA

O presente de Deus

Certo dia, logo após a criação, Deus chamou Adão e Eva, e disse:
Tenho dois presentes para distribuir entre vocês: um prá fazer xixi em pé e… Adão, ansiosíssimo, interrompeu, gritando:
Eu! Eu! Eu! Eu! Eu quero, por favor… Senhor, por favor, por favor, sim? Me facilitaria a vida substancialmente! Por favor! Por favor! Eva concordou e disse que essas coisas não tinham importância para ela. Então, Deus presenteou Adão. Adão ficou maravilhado. Gritou de alegria, correu pelos Jardins do Éden fazendo xixi em todas as árvores. Correu pela praia fazendo desenhos com seu xixi na areia. Brincou de chafariz. Acendia fogueirinha e brincava de bombeiro.
Enquanto Deus e Eva contemplavam o homem louco de felicidade, Eva perguntou a Deus:
- E… qual é o outro presente, Senhor? Deus respondeu: Cérebro, Eva, cérebro…

A Esposa faz a diferença!

Numa ocasião, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, saiu para jantar com sua esposa, Michelle, e foram a um restaurante não muito luxuoso, porque queriam fazer algo diferente e sair da rotina. Estando sentados à sua mesa no restaurante, o dono pediu aos guarda-costas para aproximar-se e cumprimentar a primeira dama, e assim o fez.
Quando o dono do restaurante se afastou, Obama perguntou a Michelle: Qual é o interesse deste homem em te cumprimentar?

Michele respondeu: Acontece, que na minha adolescência, este homem foi muito apaixonado por mim durante muito tempo.

Obama disse então: Ah, quer dizer que se você tivesse se casado com ele, hoje você seria dona deste restaurante?

Michelle respondeu: Não, meu querido, se eu tivesse me casado com ele, hoje ele seria o Presidente dos Estados Unidos.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

O Silencio dele é a nossa vitória!!

Conta uma antiga lenda norueguesa que um homem cuidava com muito zelo de uma capela, num distante povoado.
Haakon era seu nome e via, todos os dias, muita gente adentrar a ermida e orar, com devoção, frente a uma cruz muito antiga.
Certo dia, Haakon, impulsionado por um sentimento de generosidade, ajoelhou-se diante da cruz e fez uma oferta ao Crucificado.
Senhor, desejo padecer por Vós. Deixai-me ocupar o Vosso lugar.
O Senhor da cruz abriu os lábios e falou:
Amigo, posso atender a tua rogativa, mediante uma condição.
Qual é, Senhor? Será uma condição muito difícil? Estou disposto a cumpri-la.
Então, lhe disse o Cristo:
Escuta-me. Aconteça o que acontecer, não importa o que vejas, terás que guardar sempre absoluto silêncio.
O homem, resoluto, respondeu:
Eu prometo, Senhor!
Fizeram a troca sem que ninguém viesse a perceber. O tempo passou e aquele que substituía o Crucificado conseguia cumprir o seu compromisso de sempre se manter calado.
Um dia, porém, um rico foi até a capela orar. Ao sair, esqueceu a sua bolsa sobre um dos bancos.
Haakon viu e se calou. Também não disse nada quando, umas duas horas depois, alguém que também viera orar, encontrou a bolsa e a levou para si.
Ainda ficou calado quando um rapaz veio pedir as graças dos céus antes de empreender uma longa viagem.
Contudo, o rico retornou em busca do que esquecera.
Como não encontrasse sua bolsa, pensou que o rapaz se teria apropriado dela. Voltou-se para ele e o interpelou, com raiva, exigindo que lhe devolvesse o que lhe pertencia.
Não peguei nenhuma bolsa! – Defendeu-se o jovem.
Mentiroso! – Gritou o homem rico. E arremeteu furioso contra ele, no intuito de agredi-lo.
Então, uma voz forte soou:
Pára!
E a imagem falou, defendendo o jovem e censurando o rico pela falsa acusação.
Este saiu aniquilado do local. O jovem, porque tinha pressa para empreender a sua viagem, saiu logo em seguida.
Quando a ermida ficou vazia, Jesus dirigiu-Se a Haakon e lhe disse:
Desce da cruz. Não serves para ocupar o meu lugar. Não sabes guardar silêncio.
E, ante as justificativas do servidor, trocaram de lugar, concluindo o Cristo:
Tu não sabias que era conveniente para aquele homem perder a bolsa que trazia o preço de muita maldade.
Quanto ao rapaz, que iria receber alguns golpes, as suas feridas o teriam impedido de fazer a viagem que, para ele, foi fatal.
Faz uns minutos seu barco soçobrou e ele se afogou.
Tu não sabias, mas eu sabia. Por isso, eu sempre me calo.
* * *
Toda vez que acreditares que as tuas preces não foram ouvidas porque não foram atendidas, pensa que tudo está certo.
Logo mais ou um pouco depois descobrirás que Deus estava certo em Se manter silente.
Tenha certeza: nada te acontece que não seja o melhor para ti, naquele momento. Isso porque Deus nunca Se engana.

Viver as Bençãos de Deus

Você saberia definir o que é uma benção? Procurei no dicinonário um significado exato para esta palavra. Nenhum dicionário teve uma definição. Por que?
Porque passou a ser algo que o Homem deixou de dar valor. Você poderia me dizer quais bençãos que você viveu no dia de hoje? Identifique pelo menos uma…
Muitas vezes quando oramos pedimos mais do que agradecemos.
Muitas coisas se tornaram tão comuns que só identificamos que tínhamos uma “benção” quando perdemos . Ex: quando perdemos alguém querido, um bem, uma posição profissional, um ministério, uma amizade,…
Para você viver as bençãos de Abraão, você precisa saber em primeiro lugar  identificá-las.
Benção em grego significa “ευλογία” ou “ευ – λογία” significa , “para os justos”. Ou seja, é um presente de Deus para aqueles que são justificados por Cristo.
Quando entregamos a nossa vida a Jesus e declaramos que Ele é o Cristo o filho de Deus, nosso Senhor e Salvador, temos que crer que fomos transportados espiritualmente para um reino de alegria e paz. “Colossenses 1:13
Partindo deste principio, você precisa entender que o Diabo vai fazer de tudo para você não enxergar a sua benção, para que as bençãos de Deus sejam desvalorizadas na sua vida, até conseguir endurecer seu coração. Hebreus 3:15

Recebi este texto por e-mail e achei, com certeza... corretissimo !

O medo de amar congela as pessoas 


Por Maria Helena Matarazzo

*
Para evitar futuras desilusões, cada vez mais as pessoas se aproximam esperando receber e dar pouco apoio e ternura. Agem como uma máquina que ”liga” e “desliga”. “Ficam”, mas não se envolvem, e acabam reprimindo os sentimentos.
Existe hoje um profundo medo de se envolver, de amar. A tentativa é de construir um escudo e se esconder atrás dele. Homens e mulheres aproximam-se esperando pouco apoio e ternura, e mesmo quando lhes são oferecidos têm medo de aceitar. Por isso, muitas vezes acabam com menos do que esperavam. Isso provoca uma sensação de desapontamento constante, podendo levar à decisão de não se apegar, não se ligar, o que significa nem ser protetor, nem ser protegido.
Transar, desempenhar mas não se envolver, é a forma perfeita de não reconhecer os próprios sentimentos. Quando uma pessoa enterra os sentimentos, começa a viver de forma automatizada, e mais e mais passa a ter esse tipo de "sensação desligada". Pensa que o ideal é se perceber como uma máquina que simplesmente "liga e desliga", acende e apaga.
Alguns vêem o envolvimento emocional como o caminho mais curto para o desastre e acham que o "ficar" é a salvação. Portanto, sentir é um perigo, algo arriscado, e a meta é se proteger do envolvimento, encontrar uma saída. As mais conhecidas são duas: uma é "ficar frio", insensível, e a outra, exatamente o contrário, se atirar de cabeça, mergulhar na hiperestimulação.
Como alguém pode ficar insensível? Todos sabemos que nossos sentimentos podem ir se congelando lentamente ou, às vezes, até se solidificar de uma hora para outra, mas também sabemos que não é possível descongelá-los num forno de microondas. Por esse motivo, é fundamental compreendermos porque resolvemos parar de sentir. Como diz Sam Keen em seu livro A Fronteira Interior (Editora Saraiva), " o hábito de reprimir os sentimentos é profundo. Isso porque, em algum momento , em geral na infância, fomos decepcionados, frustrados e rejeitados de alguma maneira. A resposta automática ao sofrimento é o recuo, é se proteger, tentar fugir " . Essa é a lógica da dor. A mente e o corpo se mobilizam para minimizar o sofrimento, influindo a memória de dores passadas, para evitar as futuras. Entretanto, perdas, decepções, fracassos são inevitáveis. Ou decidimos encarar a dor ou nossa aventura de sentir termina aí.
Já outros ficam fixados na maneira oposta de agir: ficam "ligados" sempre. Tornam-se viciados em excitação, vão de um lado para outro, se deslocando sem parar, só agitando. Sua vida parece um aeroporto onde acontecem vários eventos simultaneamente. Pessoas estão sempre entrando e saindo, chegando e partindo. Acontece que a vida não é sempre excitante. Se insistirmos em ficar eternamente borbulhantes, teremos de fabricar muito entusiasmo falso. É arriscado cultivar o apetite pela sensação pura, pela excitação permanente.

Todos precisamos entender a diferença entre sensação e sentimento. A sensação é a resposta mecânica do corpo a determinados estímulos. Trata-se de terminações nervosas, músculos e pele. É simples: no terreno das sensações, as coisas ou dão prazer ou causam dor. Elas também se limitam ao "aqui e agora", como um simples toque que causa arrepio. Já os sentimentos têm história, envolvem tanto nossas memórias quanto nossas intenções. Um beijo, por exemplo, pode produzir uma sensação passageira ou se transformar em carícia. Nessa hora, vêm à tona todos os nossos desejos, nossos medos e nossas lembranças. Aí precisamos de tempo para registrarmos o que sentimos, para digerirmos, para sabermos o que aquele beijo significou.
A verdade é que, quanto mais sentimos a nós mesmos, mais poderemos entrar na vida do outro. Entretanto, nada garante que ao decidirmos sentir, sentiremos o melhor. Apenas sentiremos mais. Mais desejo, mais esperança, mais medo, mais prazer...Descobrimos que nossos sentimentos descongelaram e começaram a fluir quando, um dia, começamos a sentir: vinte minutos de alegria, trinta de raiva, quarenta de indiferença, quinze de verdadeiro desespero; mas não só isso, talvez também duas horas de paz e amor.
Nessa altura dizemos: " Eu me sinto, sinto você, sinto a nós " . Sinto que amo. Ficamos, assim, capazes de nos voltarmos para o outro para conseguirmos sustentação e apoio. Aí vem a noção de juntar, unir, confiar, arriscar, começar.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Pais Maus (achei interessante postar)

Quando meus filhos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e as mães, eu hei de dizer-lhes: Eu os amei o suficiente para ter perguntado aonde vão, com quem vão e a que horas regressarão.

Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.

Eu os amei o suficiente para os fazer pagar as balas que tiraram do supermercado e dizer ao dono: “Nós pegamos isto ontem e queremos pagar”.

Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé junto de vocês, duas horas, enquanto limpavam o seu quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.

Eu os amei o suficiente para os deixar assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração. Mais do que tudo: Eu os amei o suficiente para dizer-lhes“não”, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso, e alguns momentos até me odiaram. Essas eram as mais difíceis batalhas de todas.

Estamos contentes, vencemos! Porque no final vocês venceram também!

E em qualquer dia, quando meus netos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e as mães; quando eles lhes perguntarem se seus pais eram maus, meus filhos vão lhes dizer: “Sim, nossos pais eram maus. Eram os pais mais malvados do mundo.”

As outras crianças comiam doces no café e nós tínhamos que comer pão, frutas e vitaminas. As outras crianças bebiam refrigerante e comiam batatas fritas e sorvete no almoço e nós tínhamos que comer arroz, feijão, carne e legumes. E eles nos obrigavam a jantar à mesa, bem diferente dos outros pais que deixavam seus filhos comerem vendo televisão.

Eles insistiam em saber onde estávamos à toda hora. Era quase uma prisão. Mamãe tinha que saber quem eram nossos amigos e o que nós fazíamos com eles. Papai insistia para que lhe disséssemos com quem iríamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos.

Nós tínhamos vergonha de admitir, mas eles “violavam as leis do trabalho infantil”. Nós tínhamos que tirar a louça da mesa, arrumar nossas bagunças, esvaziar o lixo e fazer todo esse tipo de trabalho que achávamos cruel. Eu acho que eles nem dormiam à noite, pensando em coisas para nos mandar fazer. Eles insistiam sempre conosco para que disséssemos sempre a verdade e apenas a verdade. E quando éramos adolescentes, eles conseguiam até ler os nossos pensamentos.

A nossa vida era mesmo chata. Enquanto todos podiam voltar tarde da noite com 12 anos, tivemos que esperar pelos 16 para chegar um pouco mais tarde. O papai, aquele chato, levantava para saber se a festa foi boa só para ver como estávamos ao voltar.

Por causa de nossos pais, nós perdemos imensas experiências na adolescência: Nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubo, em atos de vandalismo, em violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime. Foi tudo por causa deles.

Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos fazendo de tudo para sermos “PAIS MAUS”, como os nossos foram.

Dr. Carlos Hecktheuer - Médico Psiquiatra